Pesquisar este blog

Postagens populares

Newsletter

Enter your email address:

Delivered by FeedBurner

Mostrando postagens com marcador Santos Jazz Festival. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Santos Jazz Festival. Mostrar todas as postagens

1º Santos Jazz Festival reuniu 10 mil pessoas no Centro Histórico de Santos

20 de junho de 2012

Evento teve 40 horas de música, entre shows e workshops

O Santos Jazz Festival começou para valer na noite de terça, dia 12 de Junho, no programa Metrópolis, na TV Cultura em São Paulo, no emocionante reencontro entre Hermeto Pascoal e seu velho parceiro no Quarteto Novo, o fabuloso guitarrista Heraldo do Monte. Hermeto e Heraldo estavam tão felizes em tocar juntos novamente depois de tantos anos que esqueceram que estavam em um programa de TV, e não deram a mínima para as determinações do pessoal da produção do Metrópolis, seguindo tocando ao fundo do cenário enquanto a apresentadora tentava dar sequência ao programa, apesar deles.

Na noite seguinte, foi a vez de Hermeto e o Maestro Luis Gustavo Petri, da Sinfônica de Santos, se reunirem para um Ensaio Geral da peça composta por Hermeto especialmente para o evento, e que Guga arranjou para Orquestra. Mais uma vez, a genialidade e a generosidade musicais do velho bruxo deram o tom da brincadeira. Basta olhar para as fotos de Hermeto contracenando com Petri e sua Orquestra para perceber a camaradagem mágica que havia se instaurado no Palco do Teatro Coliseu.

Primeiro dia do festival



Na noite do dia 14 de Junho, começou o Santos Jazz Festival.

Começou com o Maestro Guga Petri saudando Hermeto Pascoal e o convidando para juntar-se à Orquestra Sinfônica de Santos num número performático muito divertido, composto por Hermeto especialmente para a ocasião, intitulado "Do Brasil Para O Mundo", onde misturam Stockhausen com forró, Stravinsky com xaxado e Ravel com baião. Foi uma verdadeira festa, que começou com Hermeto chegando e terminou, de forma inusitada e muito divertida, com todos os integrantes da Orquestra se levantando e indo embora do palco, sem aviso prévio, deixando o público boquiaberto.

E então, no segundo tempo do show de abertura, Hermeto volta ao palco do Teatro Coliseu com os vinte músicos da Jazz Big Band, trazendo como convidados seu filho percussionista Fábio Pascoal e sua mulher Aline Morena. Agora envolvido num approach musical bem jazzístico e um pouco menos experimental, Hermeto passeia por números bem conhecidos de seu repertório, como "Jegue", "Pintado O Sete" e "Quebrando Tudo" -- mas não sem inserir algumas excentricidades preciosas, como um solo de gargarejo e um rápido dueto piano-macaquinho de pelúcia com apito. Convenhamos, não seria Hermeto Pascoal se não fizesse alguma coisa assim.

Segundo dia do festival

Depois da abertura espetacular de quinta à noite, chegou a hora  do Santos Jazz Festival sair para a rua.

Um palco montado na Rua XV, no Centro Histórico da Cidade, em meio aos escritórios das tradicionalíssimas Comissionárias de Café, foi montado durante a semana para sediar os shows mais populares do Festival.
Paralelo a isso, um segundo palco foi projetado dentro da velha Bolsa do Café, onde hoje funciona o Museu do Café, para abrigar apresentações mais intimistas.

Pois foi justamente nesse palco que ocorreu a primeira apresentação do dia, bem ao meio dia: o trio do saxofonista Maurício Fernandes -- excelente músico local, hábil tanto no tenor quanto no alto, no barítono e no soprano, e fortemente influenciado por John Coltrane e Wayne Shorter -- recebeu como convidada a vigorosa cantora veterana Deborah Tarquínio, e juntos promoveram releituras intensas para "The Look Of Love", "This Masquerade" e "Speak Low", entre outras, emocionando várias pessoas que passavam por alí em horário de almoço.

Mais para o final da tarde, no mesmo palco da velha Bolsa do Café, a trinca de guitarristas do Cor das Cordas brilhou com seu repertório de canções próprias alternadas com releituras inspiradíssimas de clássicos de Tom Jobim, Toninho Horta e tantos outros, estendendo o tapete para todas as atrações que viriam a seguir na Rua XV, no quarteirão seguinte, bem na esquina com a Rua do Comércio.

O Palco da Rua XV recebeu sua primeira atração às 18 horas. Izzy Gordon e seu pai Dave Gordon ganharam com simpatia o público que saía do trabalho e seguia para a happy hour, passeando num repertório variado que incluía pérolas dos repertórios das carreiras tanto de um quanto do outro, vez ou outra embarcando em duetos muito aplaudidos por todos os presentes. Izzy, para quem não sabe, é sobrinha de Dolores Duran por parte de mãe, e vem resgatado seu repertório de forma muito original nos últimos anos, dando a ele uma roupagem modernosa e, ao mesmo tempo, atemporal.

Logo a seguir, o excelente pianista santista Hildebrando Brasil e o magnífico trombonista Bocato uniram forças ao quarteto de Zé Simonian e promoveram uma brincadeira musical bem brasileira e extremamente bem humorada. Hildebrando, com seu toque bluesy e, Bocato, com sua atitude musical 100% iconoclasta, trouxeram para as misturas musicais bem brasileiras de Simonian um toque ecumênico, que acabou resultando numa performance surpreendente para todos que, assim como eu, nunca haviam imaginado essas grandes figuras dividindo um mesmo palco. 

E então, por volta das 21 horas, chegou a vez da banda dos filhos do saudoso maestro Paulo César Willcox subir ao palco. Comandada pela sempre exuberante cantora Kika Willcox, a Família Willcox e Convidados desfilou um repertório pop contemporâneo de extremo bom gosto, alternado com clássicos do jazz e do blues. Kika, claro, mostrou mais uma vez porque é uma das cantoras mais versáteis e festejadas da cena paulista atual. 

A performance de Kika foi seguida pela entrada em cena do guitarrista mais rápido do Sudeste, o Billy The Kid do blues-rock Mauro Hector. E Mauro, à frente de seu ótimo trio -- Ricardo Bocate no baixo de cinco cordas e Alexandre Faccas na bateria --, mostrou mais uma vez todo o seu gabarito musical e levou a plateia ao delírio com seus solos frenéticos e intermináveis. Seus velhos fãs do power trio Druídas saíram satisfeitíssimos com sua performance.

Para encerrar a noite, o filho pródigo Arismar do Espírito Santo, santista da gema, baixista e multi-instrumentista de renome internacional -- que veio acompanhado dessa vez apenas pelo baterista Cléber Almeida e pelo espetacular saxofonista Vinícius Dorin --, aproveitou a deixa para apresentar as canções de seu novo disco: “Alegria nos Dedos”, em que mistura samba, valsa, choro, baião, afoxé e choro com seu jazz fusion personalíssimo. Já eram quase 2 da manhã quando o "gigante gentil" Arismar, depois de quebrar tudo com seu bom e velho Fender Jazz Bass, finalmente deu seu show por encerrado e desceu do palco para conversar com alguns amigos de muitos anos lá da Rua Maranhão, no bairro santista do José Menino, onde foi criado e onde começou a se interessar por música no final dos anos 60.

Terceiro dia do festival

A expectativa era grande para um sábado de sol maravilhoso na segunda maratona de shows de rua do Santos Jazz Festival. Desde as primeiras apresentações à tarde, no palco camerístico da Bolsa do Café, havia alguma coisa no ar que indicava que teríamos um dia muito especial. O astral pacífico das performances vespertinas bem intimistas, e lotadas, do guitarrista Alexandre Birkett e seu Trio, e do pianista Robson Nogueira com o cantor Celso Lago, já indicavam que tudo estava em seu devido lugar, e que dalí para a frente bastaria simplesmente deixar rolar, sem sobressaltos.

Pois foi exatamente o que aconteceu, desde o início da primeira atração do Palco da Rua XV. Às 18 horas, a cantora Babi Mendes subiu ao palco acompanhada pelo saxofonista Maurício Fernandes e seu quarteto, e começaram a apresentar canções de seu disco "Short Stories" -- um trabalho extremamente bem produzido e "empacotado" da maneira mais adequada para promover seus talentos como cantora quanto como compositora. Perfeitamente integrada com seu time de músicos -- todos empenhados em aparecer pouco, e "fazer escada" para Babi --, ela conseguiu realizar um show muito superior ao do lançamento de seu disco no SESC-Santos meses atrás. Na metade do tempo regulamentar, dispensou a banda e chamou o hábil guitarrista Marcos Canduta para um set de duetos voz e guitarra com clássicos do jazz, muito bem recebidos pela plateia. E então, depois de três números bem intimistas, volta ao palco o poderoso quarteto de Maurício Fernandes para fechar a apresentação em grande estilo com "Grapefruit" e com uma releitura deliciosa para "I Got Rhythm", de George & Ira Gershwin, onde a banda mostrou todo o seu suingue invejável. Verdade seja dita: Feliz o cantor ou cantora que conta com músicos como esses na retaguarda.

Por volta das 19h30, o veterano Filó Machado e sua banda subiram ao palco, com seu approach musical extremamente arrojado, que une um blend personalíssimo de soul bem brasileiro com improvisos jazzísticos sempre surpreendentes. Filó é um desses caras que sempre teve uma entrada muito mais fácil no mercado estrangeiro do que por aqui. Veterano, com mais de 30 anos de carreira, muita gente se lembra bem de seus discos do início de carreira, mas a grande maioria não sabia ao certo por onde ele andava desde então. Pois acabaram descobrindo da melhor maneira possível, numa performance brilhante e vibrante à frente de uma banda impecável.

Mais adiante, às 21h30, subiu ao palco o aguardado quinteto gaúcho Delicatessen. Numa performance de uma elegância musical impressionante, o Delicatessen apresentou prioritariamente clássicos do "Great American Songbook" em arranjos muito originais, sempre sob o comando da cantora Ana Krieger, Com eles, uma canção como "My Foolish Heart", por exemplo, que já teve centenas de gravações, ganha uma leitura completamente original. Por um lado, ela mantém toda a doçura de seus versos originais enquanto está sob o comando de Ana. Mas assim que ela termina sua parte, a banda assume embarcando num clima musical denso e turbulento, dando a entender que a descoberta do amor pela protagonista da canção não vai ser algo muito harmonioso, nem deve ter um final feliz. São sacadas musicais como essa na hora de elaborar seus arranjos que fazem do Delicatessen algo muito especial na cena musical atual, e que justifica todos os prêmios que o grupo vem colecionando ao longo desses últimos anos. Depois de pouco mais de 45 minutos de show, a plateia do Santos Jazz Festival estava completamente rendida ao encanto e à delicadeza musical do Delicatessen. Está aí um grupo que merece toda a (boa) fama que tem.

Já eram quase 23 horas quando o genial Heraldo do Monte e seu filho Luís do Monte subiram ao palco, cada um empunhando uma guitarra, e começaram uma brincadeira longa e deliciosa com a clássica "Fly Me To The Moon", sem banda nenhuma acompanhando. Nem precisava. Foi como se eles estivessem em casa, tocando em pé para seus convidados. Tocaram sem parar durante quase uma hora para uma platéia silenciosa e completamente hipnotizada. Foi simplesmente magnífico. Uma aula de guitarra que deixou todos os guitarristas que estavam na platéia com um sorriso permanente dos lábios e todos os demais com a certeza de que haviam acabado de presenciar um momento musical único e inesquecível.

À meia-noite, o palco do Santos Jazz Festival recebeu de braços abertos o ótimo trio do bluesman torcedor fanático do Santos Futebol Clube, o guitarrista paulistano André Christovam. André começou manso, com números instrumentais. Mas depois de um breve aquecimento com clássicos de seu repertório como "Dados Chumbados" e "Genuíno Pedaço do Cristo", André chamou seu mestre Heraldo do Monte para voltar ao palco e acompanhá-lo num dueto de guitarras em "Jumping The Blues", de Duke Ellington -- mas não sem antes chamá-lo de "El Presidente" e ressaltar para todos os presentes que Heraldo é um guitarrista único, um craque absolutamente original de seu instrumento, da mesma grandeza de Charlie Christian e Django Reinhardt. Depois dessa aula de delicadeza e camaradagem musicais, André, ainda não satisfeito, chamou ao palco seu segundo convidado: o lendário guitarrista paulistano Faísca. Juntos, os dois passearam com suas guitarras fulminantes por clássicos de Junior Wells ("Early In The Morning"), B B King ("Help The Poor" e "Caldonia"), Albert King "Crosscut Saw"), Freddie King ("Someday After Awhile”) e Sonny Boy Williamson ("Eyesight To The Blind"), e só pararam quando a voz de André desapareceu por completo. Por volta de uma da manhã, completamente afônico, pediu desculpas à platéia por ter que encerrar por aí, mas ainda conseguiu dizer, com muita dificuldade, que foi um grande prazer estar de volta a Santos, e a um palco bem aconchegante como esse, repleto de amigos, e em particular a essa edição inaugural do Santos Jazz Festival.

Último dia do festival

Domingo, às 20 horas, no Theatro Coliseu, chega a hora do Santos Jazz Festival encerrar sua primeira edição.

O primeiro dos dois shows da noite foi uma grata surpresa. O saxofonista e maestro Roberto Sion, santista da gema, veio sozinho ao palco, munido apenas de um sax-alto e uma flauta. Tocou, brincou, contou histórias da cena jazzística de Santos nos anos 60 e 70, quando iniciou sua carreira musical. Homenageou Tom Jobim, tocou “Brigas Nunca Mais” e “Body & Soul”. Falou de seu pai, que foi um dos fundadores do Clube de Jazz de Santos nos anos 50 e lembrou de Stan Kenton hospedado em sua casa. E então, para surpresa geral, deixou o sax e a flauta de lado, sentou-se ao piano e tocou algumas canções de que gosta muito, como “All The Things You Are” e uma canção inédita de sua autoria, composta especialmente para Santos no final dos anos 60, quando foi estudar música na Europa, que estava guardada na gaveta e acaba de ser devidamente resgatada. Sion deixou o palco do Coliseu sob aplausos calorosos, mas não sem antes dar sua bênção ao Santos Jazz Festival.


E então, começa o segundo e último show da noite. E eis que surge no palco do Coliseu o jovem gaúcho de Passo Fundo, Yamandu Costa. Apesar de seus 32 anos de idade, Yamandu já é veterano: acaba de completar 18 anos de carreira e já tem 15 discos gravados. O que mais impressiona em sua técnica é a maneira irreverente com que mistura diversas estilos diferentes de tocar violão num formato único, vigoroso, intenso e muito dramático. Yamandu não faz a menor cerimônia ao tocar um choro tradicional como se fosse jazz mamouche, ou uma valsa bem brasileira com toques flamencos – pelo contrário, parece estar sempre se divertindo muito com essas “malcriações” musicais. Mas surpreendente mesmo é ele ter conseguido desenvolver um estilo tão pessoal com apenas 18, 20 anos de idade. Na apresentação, ao lado de um violonista e de bandolinista, Yamandu tocou basicamente canções próprias. As exceções foram uma releitura de um belo número de Radamés Gnattali, e um bis com “Carinhoso”, de Pixinguinha – um pequeno mimo para uma platéia que soube se comportar tão bem diante de um recital de mais de uma hora de duração com um repertório nada conhecido. 

Depoimentos dos organizadores

"Estou muito satisfeito pelo envolvimento dos músicos, imprensa, do apoio dos patrocinadores e a competência da equipe que ajudou a realizar o primeiro festival de jazz em Santos, além da maravilhosa recepção do público. A cidade abraçou o evento e pudemos ver a troca artística entre os nossos músicos locais e os que convidamos de fora da região. Tudo deu muito certo e é um incentivo para caminharmos para uma segunda edição, para que esse evento possa entrar no calendário da cidade. Foram 21 apresentações, entre shows e oficinas prestigiadas por, aproximadamente, 10 mil pessoas." (Jamir Lopes, diretor de produção)

"Superou as nossas expectativas. Como foi nosso primeiro evento, a gente não sabe muito bem como será, pisamos em algo que não é muito concreto. Porém, foi melhor do que esperávamos, superando nossa estimativa de público e de qualidade artística. Jamir e eu realizamos o sonho de trazer um projeto como esse para a nossa cidade e, pela quantidade de pessoas que prestigiou, acho que realizamos também o sonho de muitas outras pessoas de ver artistas tão maravilhosos como os que se apresentaram, todos, realmente, capricharam. Festivais como esse acontecem em várias partes do País, por que não em Santos? Provamos que a cidade recebe o gênero muito bem e pudemos mostrar que o jazz não é elitizado como pensam. O 1º Santos Jazz Festival concluiu seu objetivo: trazer música de boa qualidade para a cidade, promover troca de experiência entre nossos músicos e de outras regiões e mostrar que podemos organizar um ótimo evento, valorizando os artistas brasileiros" (Denise Covas, diretora executiva)

O festival é patrocinado pela Vale Fertilizantes, através da Lei Rouanet. Tem o apoio  do Governo do Estado de São Paulo, da Escola de Música & Tecnologia (EM&T), do Senac e da Odebrecht Realizações Imobiliárias. Além do apoio institucional  do Museu do Café e do Santos e Região Convention & Visitors Bureau. A realização do Santos Jazz Festival é da DC Produções, GPA Cultural e da Associação dos Artistas. A correalização é da Prefeitura de Santos e a Produção Cultural de Jamir Lopes.

Mais informações em www.santosjazzfestival.com.br.

O Santos Jazz Festival também está nas redes sociais:

Jazz for Lovers
Read Post | comentários/comente ...

Santos Jazz Festival: Ingressos para a abertura esgotados

14 de junho de 2012



Os ingressos destinados ao público para a abertura do Santos Jazz Festival foram esgotados. O evento, que acontece em Santos, começa nesta quinta-feira (14) e segue até domingo.
Quem pretende ir ao encerramento do festival, pode buscar os ingressos nos próximos dias 15 e 16, das 14h às 19h, na bilheteria do Teatro Coliseu. Cada pessoa pode retirar dois convites. Há a possibilidade dos ingressos se esgotarem no primeiro dia de distribuição, para cada noite, como aconteceu na abertura.


O Teatro Coliseu fica na rua Amador Bueno, 237, Centro de Santos. Tel.: 4062-0016.


Sobre o festival:

São quatro dias de shows, 40 horas de música e cerca de 200 músicos envolvidos. Estão programados workshops com Hermeto Pascoal, Michel Leme, Luis do Monte e Mauro Hector. Toda a programação, gratuita, e que inclui André Christovam, Heraldo do Monte,  Yamandu Costa, Filó Machado, Roberto Sion, Arismar Espírito Santo, entre outras feras musicais, acontecerá em ruas e boulevares do Centro Histórico do município, Bolsa Oficial do Café e nos teatros Coliseu e Guarany.

O festival é patrocinado pela Vale Fertilizantes, através da Lei Rouanet. Tem o apoio  do Governo do Estado de São Paulo, da Escola de Música &Tecnologia (EM&T), do Senac e da Odebrecht Realizações Imobiliárias. Além do apoio institucional  do Museu do Café e do Santos e Região Convention & Visitors Bureau. A realização do Santos Jazz Festival é da DC ProduçõesGPA Cultural e da Associação dos Artistas. A correalização é da Prefeitura de Santos e a Produção Cultural de Jamir Lopes.

Mais informações em www.santosjazzfestival.com.br.

O Santos Jazz Festival também está nas redes sociais:
Link QuebradoLink Quebrado? Link Sem FotoPost Sem Foto?



Read Post | comentários/comente ...

Tudo sobre o Santos Jazz Festival

11 de junho de 2012

Santos Jazz Festival reunirá grandes nomes do gênero. Programação é gratuita e inclui Hermeto Pascoal, Yamandu Costa, Heraldo do Monte entre outros; além dos shows, acontecerão workshops, discotecagem e sorteio de guitarras


Santos, no litoral paulista, hoje, possui eventos relevantes nacionalmente nas áreas de audiovisual, literatura, dança e teatro. Faltava um grande eventopara destacar a cidade no cenário musical do país. Com o objetivo de democratizar o acesso à música de qualidade e estabelecer o município como referência no fomento musical, será realizado, de 14 a 17 de junho, o  Santos Jazz Festival (www.santosjazzfestival.com.br). Trata-se do primeiro grande festival de jazz do litoral paulista, apoiado pela Lei Rouanet. Serão vinte apresentações, mais oficinas, todas gratuitas, em ruas e boulevares doCentro HistóricoBolsa Oficial do Café e teatros Coliseu e Guarany.

Para começar com o pé direito, o festival terá como patrono Hermeto Pascoal. Celebrado internacionalmente, o compositor, arranjador e instrumentista de 76 anos fará o show de abertura, ao lado da Orquestra Sinfônica de Santos e da Jazz Big Band, onde apresentará uma canção inédita especialmente para a ocasião: “Do Brasil Para o Mundo”“Busquei inspiração em minha trajetória: passei minha infância entre as aves, próximo à natureza. Depois, a música me propiciou viajar o mundo e conhecer metrópoles. Música é universal, não importa o país de onde você vem”, comenta.

Na programação, constam outros nomes reconhecidos nacionalmente e fora do Brasil, a exemplo de Yamandu CostaHeraldo do MonteArismar Espírito SantoAndré Christovam, Filó Machado e Delicatessen.
Retirada de ingressos para abertura e encerramento

Toda a programação do Santos Jazz Festival é gratuita. Para os shows de abertura, dia 14h, 21h, no Teatro Coliseu, com Hermeto Pascoal, Jazz Big Band e Orquestra Sinfônica, e a apresentação de encerramento, dia 17, 20h, também no teatro, com Roberto Sion e Yamandu Costa, será necessário retirar os ingressos na bilheteria do local antecipadamente.

Quem desejar ir ao primeiro dia do evento, deve retirar os ingressos gratuitos nos dias 12 e 13 de junho, das 14h às 19h, na bilheteria do Coliseu. Já aqueles que pretendem ir ao encerramento do festival, poderão buscar os ingressos nos dias 15 e 16, no mesmo horário. Cada pessoa pode retirar dois convites. Há a possibilidade dos ingressos se esgotarem no primeiro dia de distribuição, para cada noite.

O Teatro Coliseu fica na rua Amador Bueno, 237, Centro de Santos. Tel.: 4062-0016.

Workshops
Durante três dias do evento, acontecerão workshops gratuitos com HermetoArismar Espírito SantoMichel Leme, Luís do Monte & Mauro Hector, e aula apresentação do Jazz Combo de Tatuí, cidade cujo conservatório é referência nacional. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no site. São 250 vagas para cada encontro.

Para Arismar Espírito Santo, o workshop marca, antes de tudo, seu reencontro com a cidade onde nasceu e partiu aos 19 anos, rumo a São Paulo. O músico, inicialmente baixista, promete trazer alguns instrumentos, deixá-los no chão, para que os presentes possam, através do material, descobrir como as canções surgiram. “O workshop será prazeroso tanto para quem tem experiência musical, como para quem não tem. A palavra ‘tocar’ significa algo muito sério. Desde o toque a uma pessoa querida, até o instrumento. E vamos, juntos, no dia 15, entender mais desse significado não somente pela técnica, mas pela vivência de cada um”, afirma.

Já o veterano Hermeto Pascoal diz que, devido o encontro acontecer após sua apresentação, possibilitará ao público fazer perguntas sobre as músicas tocadas. “Esperamos que a turma compareça para um bate-papo, na acepção do termo. Vamos conversar, trocar ideias, tirar dúvidas. Um encontro assim é diferente de um show. É a chance das pessoas questionarem. É um prazer muito grande participar desse evento”, afirma o multiinstrumentista, que preparou uma canção inédita para o Santos Jazz Festival: “Do Brasil Para o Mundo”, com cerca de 20 minutos.

“Será uma troca de ideias. As expectativas são as melhores. Vou falar sobre a produção independente, do papel do artista no mundo atual, que sofreu uma inversão de valores. Enfim, faremos um bate-papo para todas as pessoas interessadas em música, tenham elas experiência instrumental ou não”, dizMichel Leme.

A expectativa dos músicos

Um dos destaques da programação é Yamandu Costa. No festival, o celebrado músico gaúcho se apresentará com seu trio e promete levar ao público o melhor do Choro: de composições próprias a clássicos do gênero. O show será o grande encerramento da programação, dia 17, 20h, no Teatro Coliseu. A abertura da noite musical ficará a cargo do flautista, clarinetista, compositor, arranjador e maestro Roberto Sion, que fará um pocket show.

“Fizemos esse show no Museu do Louvre, em Paris, ano passado, e fomos muito bem recebidos. Para o Santos Jazz Festival, vamos reunir momentos da minha obra e o lado tradicional do Choro. Temos uma nova suíte, e devemos apresentar dois movimentos dela, pelo menos”, diz Yamandu.

Trata-se do retorno de Yamandu à cidade, a qual guarda com carinho. “Gosto muito de Santos. Lembro de um show que fiz no Teatro Municipal, em um dia que estava com febre alta, muito mal. Mas tudo ocorreu bem e o público foi maravilhoso”, afirma.

Outro destaque é a banda gaúcha Delicatessen, cujo primeiro CD, “Jazz + Bossa”, foi dos mais celebrados da música independente brasileira dos últimos anos. Em 2009, o grupo – formado por Ana Krüger (vocal), Carlos Badia (violão), Nico Bueno (baixo) e Mano Gomes (bateria) - recebeu o Prêmio da Música Brasileira e voltou a ser indicado em 2012, pelo mais recente trabalho: o álbum “Goodnight Kiss”. Na apresentação do dia 16 de junho21h, no palco da Rua XV, no Centro Histórico da cidade, o quarteto apresentará, pela primeira vez no estado de São Paulo, as faixas do recente disco, e promete tocar faixas que sequer foram gravadas.

“Ficamos muito felizes com o convite. Junho é uma época em que surgem novos festivais, mas o Santos Jazz Festival dá a largada com uma força impressionante, devido à grande qualidade de sua programação”, afirma o violonista Carlos Badia. “Apesar de encararem nosso repertório como algo intimista, daremos uma dinâmica mais forte no show, que será ao ar livre”, conclui.

“Vamos tocar várias músicas novas do último disco. Esperamos que o público goste”, diz a vocalista Ana Krüger.

Expectativas dos realizadores

“É importantíssimo para Santos sua inserção no cenário da música instrumental e jazzística brasileira. O intercâmbio artístico/cultural que o Santos Jazz Festival irá proporcionar trará excelentes frutos, tanto na formação de plateia para este tipo de espetáculo, como também para nossos próprios instrumentistas, que trocarão experiências com talentos do porte de Hermeto Pascoal e Yamandú Costa, além de terem seus trabalhos apreciados em larga escala, fato que somente um festival como este pode propiciar”, afirma 
Carlos PintoSecretário de Cultura de Santos.

“O jazz é um conceito de música de qualidade, não somente o jazz puro, mas a música instrumental, vocal, ritmos que improvisam e que valorizam o músico. Várias cidades do Brasil já promovem seus festivais de jazz há muitos anos, como Ouro Preto, Belo Horizonte, Rio das Ostras, Paraty, Guaramiranga (Ceará), São Paulo.. Chegou a vez de Santos, que sempre foi um celeiro artístico. Queremos valorizar em primeiro lugar, sempre, o músico brasileiro”, ressalta Denise Covasdiretora-executiva do festival. 

Segundo Jamir Lopesdiretor de produção do evento, “O Santos Jazz Festival nasce com a missão de democratizar o acesso à música de qualidade, e o intercâmbio artístico entre os músicos e estudantes  da região com artistas consagrados nacional e internacionalmente”.

Incentivo ao Turismo

Além de valorizar a cultura e promover o encontro entre músicos da Baixada e outros estados, aproximando-os do público, o Santos Jazz Festival também beneficiará o setor turístico. “A cidade vive um momento positivo, graças ao Pré-Sal e à efervescência do meio imobiliário. Um festival de música dessa proporção deverá atrair pessoas da capital, do interior, das outras cidades do litoral e outros estados”, explica Marcelo Fachada, Secretário de Turismo de Santos.

“No centro histórico de Santos encontramos o cenário perfeito para colocar essa ideia em marcha. Vamos povoar os boulevares, ruas centenárias, e também os teatros Coliseu e Guarany e a Bolsa Oficial do Café, de pessoas dispostas a compor, com um time de músicos de primeira linha, uma festa de ritmo, vibração e poesia”, celebram os organizadores.

Discotecagem
Para esquentar o público durante os quatro dias, o evento contará com a participação dos DJs da Futuráfrica: LuferDr. Caiaffo e Wagner Parra, que comandarão as pick-ups entre os shows do palco na Rua XV. Eles prometem apresentar a mistura de sons de boa qualidade que virou marca registrada da Vitrolada, atualmente uma das principais festas da noite na Baixada.

Já no dia 16, no Antonina Bar (rua XV de Novembro, 49, Centro), a partir das 23h, acontecerá a festa do festival, com o baile AfroJazzLatino, novamente com os três DJs e a possível intervenção de músicos do festival. Nesse dia, o set list mesclará os diversos ritmos que namoram o jazz: da salsa ao samba. Em breve, serão divulgados valor da entrada da festa e outros detalhes.

Guitarras

Além disso tudo, haverá o sorteio de seis guitarras personalizadas Eagle EM&T. Para concorrer basta, durante o evento, preencher a ficha de inscrição que ficará disponibilizada nas portas dos teatros Guarany e Coliseu, e da Bolsa do Café.

Credenciamento de imprensa: Santos Jazz Festival

Os veículos interessados em credenciar profissionais para a cobertura da abertura do Santos Jazz Festival, dia 14 de junho, 21h, no Teatro Coliseu, e o encerramento do evento, dia 17, no mesmo local, 20h, devem enviar email para zencomunicacao@gmail.com os nomes, cargos e RGs até o dia 13, às 19h.

A retirada de credenciais acontecerá dia 14 (quinta-feira), a partir das 20h, no Coliseu, e segue até 20h45.

Será preciso apresentar RG.

Televisões podem credenciar: até quatro profissionais cada.

Jornais: até dois cada.

Sites e blogs: até dois cada.

Revistas: até dois cada.

Rádios: até dois cada.

- O credenciamento não dá acesso aos camarins nem backstage.

- Será permitido fotografar e filmar apenas as duas primeiras músicas da apresentação.

- Não haverá coletiva de imprensa. Interessados em entrevistar artistas ou membros da organização do festival, por favor, entrem em contato com antecedência.

- Haverá sala de imprensa, que será indicada na retirada das credenciais.

As credenciais são para veículos e jornalistas que pretendem cobrir o evento, não somente assistir ao show.


Programação completa:
Abertura do festival: QUINTA (14/06)
Teatro Coliseu:
21h - Orquestra Sinfônica Municipal, Hermeto Pascoal e Jazz Big Band

SEXTA (15/06):
Teatro Guarany
10h – Workshop com Arismar do Espírito Santo
15h – Workshop com Hermeto Pascoal

A partir das 18hs
Rua XV
 

Izzy Gordon e Convidados
Bocato, Hildebrando Brasil e Quarteto Simonian
Kika Willcox e Convidados
Mauro Hector Trio
Arismar do Espírito Santo & Banda

Palco Bolsa do Café:
12h - Mauricio Fernandes Trio & Débora Tarquínio
17h - Trio Cor das Cordas

SÁBADO (16/06)
Teatro Guarany
11h – Workshop com Michel Leme
15h - Mauro Hector e Luiz do Monte (filho de Heraldo do Monte, um dos maiores guitarristas do mundo)

Rua XV
Babi Mendes e Banda
Filó Machado Quarteto
Delicatessen – jazz e bossa (RS)
Heraldo do Monte e Luiz do Monte
André Christovam - blues

Palco Bolsa do Café
15h - Alexandre Birkett Trio
17h - Robson Nogueira Trio & Celso Lago        


DOMINGO (17/06)
Teatro Guarany
11h – Aula apresentação do Jazz Combo de Tatuí*
* Tatuí tem um conservatório que é referência musical tanto no jazz como no choro

Palco Bolsa do Café:
13h   Sambália Trio
15h - John Berman & Choro in jazz (EUA)

Encerramento

Teatro Coliseu
20h - Roberto Sion
       - Yamandu Costa Trio

O festival é patrocinado pela Vale Fertilizantes, através da Lei Rouanet. Tem o apoio  do Governo do Estado de São Paulo, da Escola de Música &Tecnologia (EM&T), do Senac e da Odebrecht Realizações Imobiliárias. Além do apoio institucional  do Museu do Café e do Santos e Região Convention & Visitors Bureau. A realização do Santos Jazz Festival é da DC ProduçõesGPA Cultural e da Associação dos Artistas. A correalização é da Prefeitura de Santos e a Produção Cultural de Jamir Lopes.

Mais informações em www.santosjazzfestival.com.br.

O Santos Jazz Festival também está nas redes sociais:

Link QuebradoLink Quebrado? Link Sem FotoPost Sem Foto?


Read Post | comentários/comente ...

Santos Jazz Festival: Retirada dos ingressos gratuitos para os shows de abertura e encerramento

7 de junho de 2012

Hermeto Pascoal, Jazz Big Band e Orquestra Sinfônica de Santos abrem a programação dia 14, 21h, no Coliseu. Dia 17, também no teatro, Roberto Sion e Yamandu Costa encerram a festa, 20h



Toda a programação do Santos Jazz Festival, que ocorre na cidade do litoral paulista de 14 a 17 deste mês, é gratuita. Para os shows de abertura, dia 14h, 21h, no Teatro Coliseu, com Hermeto Pascoal, Jazz Big Band e Orquestra Sinfônica, e a apresentação de encerramento, dia 17, 20h, também no teatro, com Roberto Sion e Yamandu Costa, será necessário retirar os ingressos na bilheteria do local antecipadamente.

Quem desejar ir ao primeiro dia do evento, deve retirar os ingressos gratuitos nos dias 12 e 13 de junho, das 14h às 19h, na bilheteria do Coliseu. Já aqueles que pretendem ir ao encerramento do festival, poderão buscar os ingressos nos dias 15 e 16, no mesmo horário. Cada pessoa pode retirar dois convites. Há a possibilidade dos ingressos se esgotarem no primeiro dia de distribuição, para cada noite.

O Teatro Coliseu fica na rua Amador Bueno, 237, Centro de Santos. Tel.: 4062-0016.

Sobre o festival:

São quatro dias de shows, 40 horas de música e cerca de 200 músicos envolvidos. Estão programados workshops com Hermeto Pascoal, Michel Leme, Luis do Monte e Mauro Hector. Toda a programação, gratuita, e que inclui André Christovam, Heraldo do Monte,  Yamandu Costa, Filó Machado, Roberto Sion, Arismar Espírito Santo, entre outras feras musicais, acontecerá em ruas e boulevares do Centro Histórico do município, Bolsa Oficial do Café e nos teatros Coliseu e Guarany.

O festival é patrocinado pela Vale Fertilizantes, através da Lei Rouanet. Tem o apoio  do Governo do Estado de São Paulo, da Escola de Música &Tecnologia (EM&T), do Senac e da Odebrecht Realizações Imobiliárias. Além do apoio institucional  do Museu do Café e do Santos e Região Convention & Visitors Bureau. A realização do Santos Jazz Festival é da DC ProduçõesGPA Cultural e da Associação dos Artistas. A correalização é da Prefeitura de Santos e a Produção Cultural de Jamir Lopes.

Mais informações em www.santosjazzfestival.com.br.

O Santos Jazz Festival também está nas redes sociais:
Read Post | comentários/comente ... (1)

Santos Jazz Festival: Show de Izzy Gordon terá presença do pai Dave e mesclará músicas de seus três CDs

Cantora apresentará sua primeira composição, até então inédita em shows na Baixada – sobrinho William também participará do concerto



Uma das grandes atrações do Santos Jazz Festival, que ocorre entre 14 e 17 deste mês, é Izzy Gordon. A cantora promete reunir em seu show o melhor de do repertório jazzístico dos três CDs que já lançou. Inédita será a execução, ao vivo, na Baixada Santista, de sua primeira composição, “O que eu tenho pra dizer”. O público ainda poderá conferir, no show, a reunião de três gerações da família Gordon: além dela, o pai e do sobrinho de Izzy: respectivamente a lenda do jazz, Dave Gordon, e William.

“Santos tem um público especial, ligado em cultura, que recebe muito bem esse gênero musical. Faz a gente se sentir em casa. Espero retribuir toda a expectativa com um show calcado em jazz e que mesclará o melhor da minha carreira”, diz a cantora. Ela subirá ao palco na sexta-feira, dia 15, 18h, no palco da Rua XV de Novembro.

A saga da Família Gordon começou com vinda para o Brasil (1958) do pai Dave Gordon, astro de Jazz, nascido na ex-Guiana Inglesa. Aqui, Gordon se casou com a irmã de Dolores Duran, criando os seus filhos num ambiente rico de heranças musicais. Izzy Gordon já  se apresentou para  Bono Vox (U2) e Paul McCartney.

Sobre o festival:

São quatro dias de shows, 14 horas de música e cerca de 200 músicos envolvidos. Estão programados workshops com Hermeto Pascoal, Michel Leme, Luis do Monte e Mauro Hector. Toda a programação, gratuita, e que inclui André Christovam, Heraldo do Monte,  Yamandu Costa, Filó Machado, Roberto Sion, Arismar Espírito Santo, entre outras feras musicais, acontecerá em ruas e boulevares do Centro Histórico do município, Bolsa Oficial do Café e nos teatros Coliseu e Guarany.

O festival é patrocinado pela Vale Fertilizantes, através da Lei Rouanet. Tem o apoio  do Governo do Estado de São Paulo, da Escola de Música &Tecnologia (EM&T), do Senac e da Odebrecht Realizações Imobiliárias. Além do apoio institucional  do Museu do Café e do Santos e Região Convention & Visitors Bureau. A realização do Santos Jazz Festival é da DC Produções, GPA Cultural e da Associação dos Artistas. A correalização é da Prefeitura de Santos e a Produção Cultural de Jamir Lopes.

Mais informações em www.santosjazzfestival.com.br.

O Santos Jazz Festival também está nas redes sociais:

Read Post | comentários/comente ...
 
© Copyright JazzMan! 2011 - Some rights reserved | Powered by Blogger.com.
Template Design by Herdiansyah Hamzah | Published by Borneo Templates and Theme4all