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Ouça 5 álbuns de Jazz que não figuram em listas, mas bem que mereciam

20 de outubro de 2015


Por Leonardo Alcântara

Listas são sempre listas, né? Entre os poucos consensos, há um debate caloroso sobre elas, sobretudo com as suas supostas 'injustiças'. "100 melhores discos de Rock", "100 melhores discos da MPB" ou "Meus discos favoritos" são frequentes nos sites da imprensa especializada e com o jazz não é diferente. Entre no google e digite "Top Jazz Albums", "Greatest Jazz Albums" e "Essential Jazz Albums", por exemplo, e terás uma infinidade de listas e seus comentários calorosos sobre algum disco que não entrou.

Diagonal, clássico de Johnny Alf, de 1964
Eu mesmo já fui um cara que metia a lenha nos comentários. Até hoje eu reclamo de como "Missa Breve" (Edu Lobo), "Slave Mass" (Hermeto Pascoal) e "Diagonal" (Johnny Alf), não entram na maioria das listas conhecidas, como a da Rolling Stone e a da antiga revista MTV. Como que a mesma Rolling Stone me cria uma lista com as "100 Maiores Vozes da Música Brasileira" e não cita Alaíde Costa em nenhuma linha?

Tem sugestões para a lista? Comente!

Certamente, alguns critérios dos colaboradores dessas listas são questionáveis, mas vale lembrar, que diante de uma discografia tão extensa e tão rica como é na MPB e no Jazz e uma legião de artistas notáveis e lendários, sem dúvida alguma que 'injustiças' acontecerão. Se 100 discos encabeçam uma lista de melhores discos de Jazz, certamente que outros 100, 200 ou 300 discos mereciam entrar, mas o que fazer se só cabem 100?

Kind of Blue, de Miles Davis: o disco
de jazz mais vendido de todos os tempos
Entre as listas de Jazz, há um consenso óbvio: sempre estarão os clássicos "Kind of Blue" (Miles Davis), "A Love Supreme" (John Coltrane), "Time Out" (Dave Brubeck) e "Saxophone Colossus" (Sonny Rollins). Por quê? Pois além do êxito comercial, esses clássicos foram, de alguma maneira, vitais na evolução do Jazz e na aproximação de novos adeptos para o gênero. O clássico de Miles Davis, por exemplo, além de ter instaurado a revolução do Jazz Modal e contar com aquele que é considerado o maior quinteto da história (Cannonball Adderley, Paul Chambers, Jimmy Cobb, John Coltrane, Bill Evans e Wynton Kelly - em apenas uma faixa -), Kind of Blue é o disco de jazz mais vendido de todos os tempos, fazendo o que poucos artistas conseguiram: levar o jazz conceitual para as massas. Tais feitos, legitimam o Kind of Blue como o cabeça das listas de jazz.

Mas um disco precisa ser revolucionário ou vender muito para entrar em uma lista? Claro que não! Mas são critérios relevantes na hora de se elaborar uma. Entre 300 discos para uma lista de 100, inúmeros serão os critérios de desempate para se chegar ao resultado final. Justo, não?

Vale lembrar que para um disco ser bom, ele não precisa de listas famosas. Ele só precisa de uma coisa: comover quem ouve. Entre os álbuns da minha coleção, muitos não estão sequer em listas de 200 discos, mas fazem parte da lista mais importante da minha vida: a minha lista!

Separei 5 álbuns de jazz que não figuram nas listas com os termos buscados no google, mas bem que mereciam e eu vou explicar o porquê:

1 - Una Mas - Kenny Dorham (1963)

Sempre que se fala em grandes jazzístas, Kenny Dorham é praticamente esquecido. Jackie McLean chegou a dizer: "Eu gostaria de fazer um livro com alguns músicos que sinto que foram deixados para trás... como Kenny Dorham. Muita gente conhece Kenny, mas durante toda sua vida, ele nunca recebeu as honras nem as rosas que deveria ter recebido por tudo o que ele nos deu". Eu adoro o trompete e de todos os trompetistas que eu já ouvi, sem dúvida que Dorham é um dos que mais me influenciaram a gostar de jazz. Eu amo o seu fraseado, seu compasso intenso e seu ritmo. A injustiça sobre a sua história é a que mais me incomoda. Expoente do Bebop, Dorham simplesmente participou da primeira gravação dos Jazz Messengers com o baterista Art Blakey e o pianista Horace Silver. Depois, fundou o Jazz Prophets que, assim como o Jazz Messengers, serviu de ponte para o lançamento de novos talentos, como Joe Henderson, Kenny Burrell, Herbie Hancock e Tony Williams (os dois últimos tocaram com Dorham antes de tocarem com Miles Davis). Depois transitou no Afro Cuban Jazz, até chegar ao Brasil em uma turnê no início da década de 1960 e se encantar com a Bossa Nova. Assim nasceu, em 1963, a obra-prima Una Mas. Lançado pela Blue Note, a edição original traz 3 temas recheados de balanço e exprime um Dorham na sua melhor forma. Solos intensos, a batida sincopada, o piano cheio de swing latino de Herbie Hancock, fazem de Una Mas uma das maiores obras de jazz que eu já ouvi. Fora a faixa "São Paulo", uma homenagem de Dorham à cidade que nunca para. Tanto não para, que nem o fã de jazz mas assíduo de SP sabe disso. Infelizmente, Una Mas é o penúltimo álbum da carreira de Dorham, que chegara a gravar Trompeta Toccata, em 1964, e depois entrar em absoluto ostracismo. Dorham morreu em 1972, aos 48 anos.



2 - Night Dreamer - Wayne Shorter (1964)



Iniciando no selo Blue Note, Wayne Shorter gravou, em 1964, o álbum Night Dreamer. Introspectivo, sofisticado e, diria até, excitante, o álbum é considerado um divisor de águas, uma vez que a partir desta gravação, o saxofonista passou a se apropriar de uma linguagem mais lírica e simples, solando com mais confiança e dando espaço para um fraseado límpido em lindos jazz ballads. Lee Morgan (Trompete), Reginald Workman (Baixo), Elvin Jones (Bateria) e McCoy Tyner (Piano) formam o quarteto estrelar que acompanha Shorter nesta gravação. A atmosfera por vezes impressionista e por vezes cinza e reflexiva, revela um ambiente modal e uma unidade rítmica sutil, como poucos álbuns conseguiram transmitir. É um disco praticamente perfeito. Se os quadros de Monet ou Degas tocassem música, certamente eles tocariam Night Dreamer.


3 - Black Woman - Sonny Sharrock (1969)


Mais do que um magnífico álbum de Jazz, o emblemático Black Woman, de 1969 é um manifesto do guitarrista Sonny Sharrock. Produzido por Herbie Mann para a Atlantic Records, o disco é uma mistura de rock, jazz, avant-garde, gospel e soul, tudo junto, em uma linguagem free, com Sharrock dilacerando a sua guitarra atonal e contrastando com o canto de lamento e gemidos ofegantes de sua esposa Linda Sharrock. Trata-se de um verdadeiro registro sonoro sobre a voz da mulher negra em uma América racista e segregada. O disco por inteiro é imprevisível, excêntrico e explosivo, que pode soar desafiador para aqueles que não estão acostumados com o free-jazz, mas quando compreendemos a proposta e nos deparamos com as lágrimas e a dor da voz de Linda, que aqui é tão ressonante quanto um sax tenor, você fica profundamente sem reação.


4 - Speak Like a Child - Herbie Hancock (1968)

Ouça Speak Like a Child:


Ao gravar o aclamado Maiden Voyage, de 1965, Herbie Hancock mostrou que era um dos jazzístas que mais bem soube assimilar as lições modais de Miles Davis. Em Speak Like a Child, gravado em março de 1968, Herbie deu continuidade à atmosfera conceitual de Maiden Voyage, tendo como tema o amor representando na ingenuidade de uma criança. Não que o álbum soe infantil, muito pelo contrário, mas revela os valores o desejo de pureza e espontaneidade, na esperança, segundo as próprias palavras de Herbie nas notas do álbum: "de pensar e sentir as possibilidades de fazer o nosso futuro menos impuro". É um disco descontraído, lírico e melodicamente incisivo. A música Speak Like a Child foi inspirada na foto de capa, tirada pelo fotógrafo David Bythewood, revelando o beijo inocente e sutil de Herbie e sua esposa Gigi Meixner, que em setembro daquele mesmo ano se casaram e passaram a lua de mel no Rio de Janeiro.

5 - Pres and Teddy - Lester Young e Teddy Wilson (1959)


Mesmo com a saúde já fragilizada por conta do seu alcoolismo, o saxofonista Lester Young deixou o melhor de sua carreira para o final. Gravado em 1956 e lançado em 1959 - ano da morte do saxofonista -, Pres and Teddy apresenta o encontro de dois monstros sagrados do jazz. A sutileza do sax tenor de Lester, tão sutil que por vezes parece um sax alto, se mescla com o piano cheio de balanço de Teddy Wilson. Diferente de suas gravações nos anos de 1930 e 1940, onde apresentava um timbre mais descontraído e inclinado para o swing, Pres and Teddy revela um Young com alta carga emocional, solando mais belo do que nunca sobre o passeio alternado do piano de Teddy, ora ligeiro e ora sublime. As marcas de um ex combatente de guerra, que viveu as as alegrias e as ilusões da carreira artística estão todas naquele sax torto, que soa como uma pétala no ar, mas que é um verdadeiro turbilhão aos corações. Eu duvido que você consiga ouvir 'Our Love Is Here to Stay' sem ficar comovido. Eu não consigo. JM 


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Vinicius Cantuaria é o representante brasileiro no Roma Jazz Festival 2015

16 de outubro de 2015

Vinicius Cantuaria levará o show 'SINGS Antônio Carlos Jobim' para o Roma Jazz Festival
Por Leonardo Alcântara

Uma dica para os mais de 100.000 brasileiros que vivem na itália: entre os dias 14 e 29 de novembro a cidade de Roma será a capital mundial do jazz com o grandioso Roma Jazz Festival.

O festival é um dos mais importantes do mundo, onde já passaram lendas, como Miles Davis, Dizzy Gillespie, Sarah Vaughan, John McLaughlin, Gato Barbieri e Joe Henderson.

"O Jazz alimenta o planeta" é a temática do festival em 2015, proporcionando a oportunidade de conhecer os valores universais do jazz como uma forma de arte e uma fonte de alimento para a alma e a mente. Compartilhamento, celebração, diversidade, inclusão, criatividade, solidariedade, sustentabilidade e espírito colaborativo, sãos as sugestões para um rico programa de concertos com a presença de artistas internacionais de diferentes continentes.

"O Jazz alimenta o planeta" é a temática do festival em 2015

O Roma Jazz Festival chega à sua 39° edição, trazendo os principais nomes da atual cena jazzística. O cantor Gregory Porter, o baixista Ameen Saleem, o pianista Alfredo Rodriguez e a cantora Sarah McKenzie são alguns nomes de peso que passarão pelo festival.

O Brasil será representado pelo cantor e guitarrista Vinicius Cantuaria, que irá se apresentar no dia 23 de Nov, às 21 horas, no Auditorium Parco della Musica. No show de voz e violão, Cantuaria levará o repertório do show 'SINGS Antônio Carlos Jobim', com músicas do nosso 'Maestro Soberano' gravadas no seu último álbum 'Vinicius canta Tom'.


Com uma sólida carreira no Brasil, tendo suas músicas gravadas por nomes como, Caetano Veloso e Gal Costa, Cantuaria também vem sendo nome carimbado em diversos festivais de jazz pelo mundo. incluindo o Montreal Jazz Festival (Canadá), New México Jazz Festival (México) e o Blue Note Jazz Festival (EUA), onde se apresentou ao lado do guitarrista Bill Frisell, com quem gravou o CD 'Lagrimas Mexicanas', lançado em 2011. JM

Os ingressos podem ser comprados no site: http://www.ticketone.it/

Para mais informações: http://www.romajazzfestival.it/
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Amapá Jazz Festival 2015

Festival acontece nos dias 23 e 24 de outubro, no Complexo do Araxá. Evento é considerado um dos maiores festivais musicais da Amazônia.

Os amapaenses que gostam de uma boa música instrumental têm um encontro marcado nos dias 23 e 24 de outubro. Durante dois dias acontecerá a sétima edição do Festival de Música Instrumental do Amapá (Feminsap), que desde 2015 é chamado de Amapá Jazz Festival.

O evento que já é considerado um dos maiores festivais desse segmento musical da Amazônia terá a participação de atrações nacionais como Ney Conceição e Leny Andrade. O festival acontecerá às margens do Rio Amazonas, no Complexo do Araxá.

Para Finéias Nellutty, organizador do evento, desde a primeira edição, o festival é uma opção diferente para apreciar a música instrumental em diferentes estilos. “Já é a sétima edição do festival com o intuito de fomentar a música instrumental no Amapá, além da valorização dos músicos dessa vertente musical aqui no estado”, completou.

O Amapá Jazz Festival terá atrações locais como o quinteto Amazon Music, que fará a abertura no dia 23 de outubro. Os artistas nacionais Ney Conceição e Leny Andrade, farão o encerramento da programação no dia 24 de outubro.

“A gente convida grandes nomes para participarem do festival e oportuniza aos artistas amapaenses que tenham esse contato e aprendizado”, ressaltou Finéias.

O músico Ney Conceição já participou de inúmeras gravações e tocou com grandes nomes do cenário musical brasileiro e internacional, além de já ter participado do festival de jazz de Montreaux. “Ele virá junto com um quinteto de músicos. Ele já fez mais de 30 turnês pela Europa”, completou.


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3º Festival de Jazz Manouche: Piracicaba recebe grandes nomes em festival internacional



A cidade de Piracicaba (SP) vem se tornando, nos últimos anos, a capital nacional do jazz manouche (ou jazz cigano). Prova disso é o crescimento do Festival de Jazz Manouche de Piracicaba, que está chegando à terceira edição. A programação deste ano já foi definida e contará com apresentações de músicos brasileiros e estrangeiros, como Paul Mehling (EUA) e Robin Nolan (Holanda). O estilo foi criado no início do século passado, em Paris (França), tendo como o maior expoente o violonista Django Reinhardt. Confira as datas e horários dos shows:

- 29/10 - 19h – Paul Mehling (USA) e Hot Club de Piracicaba no SESC de Piracicaba – livre.

- 31/10 - às 19h -  3˚ Festival de Jazz Manouche de Piracicaba no Teatro  Municipal Erotides de Campos, com Paul Mehling, Robin Nolan, Bina Coquet, Daniel Grajew, Três Tigres Tristes, Hot Jazz Club, Hot Club de Piracicaba e Pa Moreno, Jazz Cigano Quinteto e Marcelo Cigano. Ingressos antecipados (inteira) e meia entrada de R$ 20,00. No dia do evento, a inteira será de R$ 40,00.

- 1/11 às 10h - Jam session com o Hot Club de Piracicaba e convidados em frente à Casa do Povoador – livre.

- 1/11 às 17h30 - Robin Nolan (Holanda) e Hot Club Jam no SESC Piracicaba - livre

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Rio: Festa Jazz Ahead celebra o pianista Chick Corea

15 de outubro de 2015


A próxima Festa Jazz Ahead será especial! Ao contrário das outras edições, a deste sábado (17) será uma verdadeira celebração a uma lenda que ainda está em plena atividade, o pianista e tecladista Chick Corea. De volta ao Clube dos Macacos, a festa, que acontecerá a partir das 22h, contará com a participação de Kiko Continentino Quarteto, DJ Dudam, além do residente DJ Gustavo MM.

“A proposta é ‘celebrar’ Chick Corea, utilizando o nome deste músico incrível para criar uma associação mental com a nossa ideia de que o jazz é um tipo de música que eternamente se renova e se mantem para sempre à frente… ahead”, explica o produtor musical da festa, Thiago Espósito.

Desde que embarcou em carreira solo, em 1966, Chick Corea tem estado na vanguarda do jazz. O músico se destacou na década de 70 no gênero chamado jazz fusion, apesar de ter contribuido bastante para o jazz tradicional. Entre 1968 e 1970, Chick trabalhou com Miles Davis substituindo o consagrado Herbie Hancock. Essa parceria, que resultou em expressivos álbuns como “Filles de Kilimanjaro”, “In a Silent Way” e “Bitches Brew”, foi determinante para a criação do seu grupo de jazz fusion, o ‘Return To Forever’.

A celebração contará com participação de Kiko Continentino. O pianista iniciou sua carreira artística aos 15 anos e tem em seu currículo shows e gravações de diversos artistas como Milton Nascimento, Djavan, Emílio Santiago, Claudio Zolli, entre outros. Em 2015, foi convidado a integrar o legendário trio Azymuth, segundo grupo instrumental mais longevo do país. Com Alex Malheiros e Ivan Conti Mamão, Kiko vem representando o trio que é referência mundial da moderna e criativa música instrumental brasileira.

Kiko Continentino (foto: Fatyma Sylva)
Durante a festa, o DJ Dudam apresentará o melhor da música pop, eletrônica e black music. Dudam, que também é fundador e DJ da festa AfroRio, já tocou na Europa e nos Estados Unidos, em casas como Guanabara (Londres), Favela Chic (Paris), Zapata (Stuttgart) e Bembe (Nova York). Em 2014, foi responsável por abrir o palco principal do Réveillon de Copacabana.

Já o residente DJ Gustavo MM vai mostrar a perfeita mistura de jazz/nu jazz com o pé no groove em todas as suas formas: Afro Beat, Soul e Funk. O nu jazz promete ser um dos destaques por ser um tipo de jazz feito para a pista que mistura elementos do jazz tradicional com texturas da música eletrônica e improvisos, incluindo ritmos quebrados e harmonias jazzísticas.

Além das atrações musicais, vai rolar, durante a festa, venda de vinis com Alive Pop-up e Supernut Mara Records.

Festa Jazz Ahead Return To Forever Edition :::

Kiko Continentino Quarteto + DJ Dudam + DJ Gustavo MM

Data: 17 de outubro de 2015

Shows: 23:30h e 01:30h

Local: Clube dos Macacos – Rua Pacheco Leão, 2.038 – Jardim Botânico.

Telefone: (21) 3875 6034 / (21) 21 9 8211 9959 (whatsapp)

Valores: 1º lote: R$ 50 / 2º lote: R$ 60 / 3º lote: R$ 80 / 4º lote: R$ 90 / 5º: R$ 100

Ingresso na hora: Somente em dinheiro

Consumo: Dinheiro e débito

Classificação: 18 anos

Site de venda:  https://www.bilheteriadigital.com/jazz-ahead-return-to-forever-edition-17-de-outubro

Pontos de venda (somente em dinheiro):  Brownie do Luiz – Rua Cupertino Durão 79B, Leblon (Seg. a Sex. das 10h às 21h, e Sáb. das 12h às 18h) //  SNC – Rio Sul 4o Piso,  Av. Lauro Sodré, 455 – Botafogo (Das 10h às 22h) //  LIMITS –  Plaza Niterói Rua Quinze de Novembro, 04, loja 202/2, Centro das (Das 10h às 22h) // Loja de Disco Tracks – Baixo Gávea – Praça Santos Dumont,  140 (Das 10h às 22h).

** Os clientes ainda podem comprar ingressos no local da festa, no dia 17 (sábado), a partir de 15h, inclusive durante o evento, de acordo com a disponibilidade. *** A festa conta com estacionamento e cobertura extra em caso de chuva.

www.festajazzahead.com

www.facebook.com/festajazzahead

https://www.youtube.com/channel/UCAz2VGeQK8TXpPd23B9VjXg
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Gourmet Jazz Festival divulga as primeiras atrações



O Gourmet Jazz Festival acaba de anunciar três nomes do seu line-up, com destaque para uma das principais estrelas do festival, o pianista norte-americano Ramsey Lewis, cuja apresentação é inédita nos palcos brasileiros. Outros destaques divulgados são o quarteto do radialista e guitarrista Daniel Daibem e os paulistanos da Traditional Jazz Band.

http://gourmetjazzfestival.com.br/

Todos os shows acontecem em Águas de São Pedro, nos dias 20, 21 e 22 de novembro, em dois palcos: o Centro de Convenções da cidade, com capacidade para três mil pessoas, vai oferecer shows gratuitos e abertos para o público em geral. Já o palco do Grande Hotel São Pedro vai ter uma programação voltada exclusivamente para os hóspedes do hotel.

Além do jazz, outra atração do festival será a alta gastronomia. Entre uma apresentação e outra os visitantes terão a oportunidade de degustar um cardápio especial, preparado com exclusividade para o evento. O festival vai unir a expertise dos chefs dos restaurantes e bares do Grande Hotel São Pedro - sede da reconhecida escola de gastronomia e turismo do Centro Universitário do Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) - com a tradição da culinária dos restaurantes de Águas de São Pedro.

A Cielo apresenta o Gourmet Jazz Festival, que leva a assinatura da Atitude Cultural, uma empresa de eventos que vem se destacando no mercado graças aos seus projetos arrojados na área da cultura, que aliam experiências inovadoras com responsabilidade social e valorização dos seus parceiros.


Ramsey Lewis

Compositor e pianista, Ramsey Lewis é uma verdadeira lenda do jazz. Considerado "o grande intérprete", recebeu este título graças ao seu estilo único e à escolha criteriosa de seu repertório. Nascido em Chicago, em 1935, é um representante da grande diversidade musical da cidade.

Desde o seu primeiro disco, "Ramsey Lewis and the Gentlemen of Swing", obteve o reconhecimento dos fãs de jazz, sendo que em 1965 acabou se tornando um dos pianistas mais bem sucedidos do país, alcançando as paradas de sucesso com "The In Crowd", "Hang On Sloopy" e "Wade in the Water".

Vencedor de três prêmios Grammy e de sete discos de ouro, apresentador de programas no rádio e na televisão, "Mr. Lewis" vem pela primeira vez ao Brasil com o seu quinteto, formado atualmente por Henry Johnson na guitarra, Joshua Ramos no baixo, Charles Heath na bateria e Tim Gant nos teclados.


Daniel Daibem e Grupo

Guitarrista, Daniel Daibem ficou conhecido através do programa “Sala dos Professores”, transmitido pela Rádio Eldorado durante sete anos. Com o seu grupo, Daniel leva ao palco o repertório consagrado do chamado soul jazz, uma vertente popular do gênero que se desenvolveu a partir do final da década de 1950.

Além de alguns temas autorais, o grupo interpreta temas de George Benson, Wes Montgomery, Grant Green, Eddie Harris, Les McCann, Art Blakey and the Jazz Messengers, Nat King Cole, Horace Silver, além de artistas brasileiros que beberam desta linguagem como Wilson Simonal e o Sambalanço Trio. O quarteto conta com o próprio Daniel na guitarra e voz, Leandro Cabral no piano, Rodrigo Mantonvani no contrabaixo e Vitor Cabral na bateria.


Traditional Jazz Band

Em 1964, um grupo de jovens universitários paulistanos se uniu com a proposta de recriar o jazz tradicional com um espírito próprio. Nascia assim a Traditional Jazz Band, grupo que já realizou centenas de shows pelo mundo, incluindo participações de destaque em festivais nas cidades de New Orleans, Washington e Boston.

A banda é formada por Alcides Lima, o Cidão, na bateria e washboard, Edo Callia no piano, Eduardo "Dudu" Bugni no banjo e violão, William Anderson no Trombone, Carlos Chaim no contrabaixo, Austin Roberts no trompete e Marcos Mônaco no clarinete, sax-alto, sax-tenor, sax-soprano e flauta.

O repertório é formado por composições de grandes mestres como Duke Ellington, Fats Waller, Count Basie entre outros. Misturando boa música, humor e informação, em cada show o público se diverte e aprende um pouco mais sobre o jazz.

Confira a playlist que o blog JazzMan! criou com os artistas do festival:




Águas de São Pedro 

Localizada a 180km de São Paulo, a cidade é considerada uma das melhores estâncias do país, graças às suas famosas águas hidrominerais de valor medicinal. O segundo menor município brasileiro em extensão territorial com apenas 5,54 quilômetros quadrados, possui 3.004 moradores e o segundo melhor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), de acordo com a classificação da Organização das Nações Unidas. Suas fontes naturais fazem do turismo a principal atividade do município, o que atrai ao menos 5.000 pessoas nos finais de semana.

SERVIÇO

Gourmet Jazz Festival 2015
Dias 20, 21 e 22 de novembro de 2015
Grande Hotel São Pedro
Centro de Eventos e Convenções Municipal
Águas de São Pedro - SP
Realização: Atitude Cultural
Patrocínio exclusivo: Cielo
Apoio: Senac

Mais informações: Marcus Colacino: 11 99881-5959

Assessoria de Imprensa: Ivan Chagas: ivanchagasp@gmail.com
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23 a 25 de outubro: Mangaratiba Jazz & Blues Festival 2015

14 de outubro de 2015

Bourbon Street realiza a primeira edição do evento, que recebe os grandes nomes do jazz & blues nacional e internacional

José James
De 23 a 25 de outubro (6ª a domingo), desembarca, pela primeira vez na Costa Verde, o Mangaratiba Jazz & Blues (www.mangaratibajazzebluesfest.com.br). O evento, que chega para ser o grande festival de jazz de Mangaratiba, vai promover na cidade shows de grandes artistas de jazz e blues, nacionais e internacionais, com entrada franca, na orla da Praia de Muriqui.

Entre as atrações do festival está o sexteto do americano Delfeayo Marsalis, o saxofonista Leo Gandelman, a big band Big Time Orchestra, o americano José James, o guitarrista angolano Nuno Mindelis, o saxofonista Gary Brown, o blues man Marcos Ottaviano, a cantora Topsy Chapman & Solid Harmony, os blueseiros do Blues Etílicos, dentre outros.

Realizado pelo Bourbon Street Music Club, com patrocínio da VALE, o apoio da Prefeitura de Mangaratiba e da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o festival leva a chancela da famosa casa em São Paulo, Bourbon Street, reconhecida por trazer grandes nomes do jazz e blues mundial e os maiores nomes da música brasileira.
Delfeayo Marsalis

O Mangaratiba Jazz & Blues integra o circuito de festivais produzidos pelo Bourbon Street Music Club, como o Bourbon Festival Paraty, que teve a sua 7ª edição em maio de 2015, e o Bourbon Street Fest, que teve a sua 13ª edição em São Paulo, em agosto de 2015.

Com um formato já estabelecido em outros grandes festivais do país, o festival receberá ao longo de um final de semana mais de 15 artistas nacionais e internacionais, representantes do mais puro jazz, do blues e suas vertentes.

O Mangaratiba Jazz & Blues abre na sexta-feira dia 23 de outubro com um dos maiores representantes da música de New Orleans, cidade-berço do jazz, e integrante da tradicional família Marsalis. O trombonista Delfeayo Marsalis e seu Sexteto trazem o requinte e a performance do jazz tradicional e pitadas de modernismo com músicos excepcionais e a participação da cantora Sharon Martin.

Após o jazz, é a vez do nome do saxofone no Brasil, Léo Gandelman, que traz a potência do sax e a bagagem de quem já tocou nos maiores festivais de jazz ao redor do planeta.

Encerrando a noite de sexta, uma super big band, a Big Time Orchestra, que se destacou na última edição do programa SuperStar, da TV Globo, apresenta o melhor do soul e swing jazz dos anos 40, 50 e 60.

Quem abre a noite de sábado (24/10) é José James, o mais novo nome do jazz moderno americano. Com influências de hip hop e soul, James passeia com naturalidade por várias facetas da música negra americana.

Nuno Mindelis
Na sequência, é a vez do angolano Nuno Mindelis, hoje entre os dez mais importantes guitarristas de blues do mundo. Neste show, apresenta seu mais recente trabalho “Angels & Clowns”, com sua excelente e energética banda.

Para encerrar a noite de sábado, uma atração mais que especial: o saxofonista Gary Brown, legítimo representante da nata musical de New Orleans, apresenta um show recheado de clássicos e pérolas do blues, R&B e soul music.

No domingo (25/10), abrindo os trabalhos, Marcos Ottaviano sobe ao palco com um show instrumental bluesy  e recebe a participação do manoblues Vasco Faé.

Em seguida, entra a cantora Topsy Chapman & Solid Harmony, outra lenda viva da música de New Orleans, que traz o jazz vocal e o swing jazz dos anos 40 e 50.

Fechando o evento, é a vez do blues com a banda mais representativa do cenário nacional, Blues Etílicos. Com mais de 30 anos de estrada, eles trazem o fôlego e a energia dos incansáveis blueseiros.

Orleans Street Jazz Band
Ao longo do final de semana, a Orleans Street Jazz Band circula pelas ruas e orlas de Mangaratiba levando o clima das tradicionais brass bands, com show animado e empolgante.

Além do palco principal, o tradicional coreto da cidade completa a programação do final de semana recebendo pocket shows durante as tardes. Lá, se apresentam o homem-banda Vasco Faé, com o melhor do blues-rock e, representando a ala feminina, o jazz de Nina Novoselecki, com seu inseparável saxofone.

::: PROGRAMAÇÃO PALCO PRINCIPAL:

23/10_sexta-feira
19h – Delfeayo Marsalis Sextet (Jazz/EUA)
20h – Léo Gandelman (Jazz/BRA)
22h – Big Time Orchestra (Jazz/BRA)

24/10_sábado
19h – José James (Jazz/EUA)
20h – Nuno Mindelis (Blues/Angola)
22h – Gary Brown (R&B /EUA)

25/10_domingo
19h – Marcos Ottaviano (Blues/BRA)
20h30 – Topsy Chapman & Solid Harmony (Jazz/Swing/EUA)
22h – Blues Etílicos (Blues / BRA)

::: PROGRAMAÇÃO CORETO:

24/10_sábado: Vasco Faé (Blues/BRA)

25/10_domingo: Nina Novoselecki (Jazz/BRA)

::: STREET BAND

Ao longo dos dias, sex, sáb e dom - Orleans Street Jazz Band

::: SERVIÇO:

Mangaratiba Jazz & Blues

Local: Praia de Muriqui – Orla | Coreto - Praça Robert Olympio Simões - Centro

Data: 23 a 25 de outubro de 2015 | 6af a domingo

Horário: a partir das 19 horas

Entrada Franca

Classificação etária: Livre

(www.mangaratibajazzebluesfest.com.br)
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